Inteligência Emocional

Por Daiane Cordeiro

Você já se deparou com situações em que perdeu a fala, paralisou diante de alguma ação que deveria ter?

E aquele dia que você não acordou muito bem e, de repente, tudo começou a dar errado?

Ou então, momentos em que precisou fazer testes ou provas, estudou muito, mas na hora ficou ansioso(a), nervoso(a) e não teve o resultado esperado?

Outro exemplo: você acordou bem, no entanto, se depara com uma pessoa negativa, de mau humor e quando você se dá conta está de mau humor também, contagiando o ambiente em que está inserido e colocando a perder oportunidades diárias?

Todas essas situações e muitas outras que poderíamos citar são corriqueiras e levam, muitas vezes, a resultados negativos, dos quais muitos indivíduos não se dão conta. Você pode estar se perguntando como dominar impulsos que podem ser destruidores no lar, no trabalho e com amigos?

Já dizia Aristóteles: “Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e de maneira certa – não é fácil.”

Como podemos dar inteligência às emoções?

É muito importante entender que existem emoções básicas, ou seja, todo ser humano as possui e aprendemos a forma de lidar com as essas emoções na infância, tanto em casa, quanto na escola, o que não significa que não podemos mudar esse cenário. Segundo Daniel Goleman ph.D. e escritor do livro Inteligência emocional “Temperamento não é destino”. Ele ainda traz que as emoções básicas são: raiva, medo, felicidade, amor, surpresa, repugnância e tristeza. Todas essas emoções desempenham funções específicas e podemos identificar intenções positivas nelas, principalmente quando as aceitamos, reconhecemos, entendemos e as olhamos de forma diferente, mesmo aquelas que inicialmente pareçam negativas.

“Todas as emoções são, em essência, impulsos, legados pela evolução, para uma ação imediata, para planejamentos instantâneos que visam lidar com a vida.” Daniel Goleman.

Um exemplo a citar é o medo, que tem a função de preservação, ou seja, te mantém vivo(a). Você não vai se jogar na frente de um caminhão, porque sabe que pode se machucar gravemente, inclusive perdendo a vida. No entanto, quando o medo paralisa, impede realizações na sua vida, crescimento, ele precisa ser identificado, reconhecido e trabalhado de forma positiva.

Sem dar-se conta, muitas vezes, o ser humano se sabota nos seus objetivos, sonhos e metas. Entretanto, isso não é determinante, porque existem ferramentas e técnicas que revertem esse quadro, trazendo bem estar, realização, fortalecimento, melhorando a autoestima.

O Coaching apoia fortemente nesse processo ao trabalhar as Crenças, pois muitas crenças são impulsionadoras, mas outras são limitantes e entender isso mudará a sua trajetória. Trabalhar as crenças limitantes é muito poderoso, visto que altera o Mindset do Coachee (cliente), ao conhecer suas barreiras internas, seus potenciais, o que o impulsiona, trabalhando de forma que atinja os resultados esperados.

“Quem olha para fora, sonha. Quem olha dentro, desperta.” Carl Gustav Jung.

Posted in Comitê de Desenvolvimento Humano e Organizacional, Notícias.

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